Bom, bonito e de graça. LimitRO é um servidor gringo de ragnarok com as novas classes. Tem uma boa média de jogadores on-line e como é um servidor novo, a WoE, que acontece todos os dias, ainda tem pouca participação.
Tenofantasy ou tecno-fantasia é um termo utilizado para descrever ambientações nas qual passado, presente e futuro convergem em um só. Onde Magia e tecnologia convivem juntas, onde espadas podem ser tão letais quando armas de fogo, e montarias podem ser mais rápidos do que veículos automotores.
Surpreso com essa descrição? Aposto que você já deve ter visto algo parecido, na televisão, videogames, e talvez até no RPG. Existem diversos tipos de tecnofantasy, em diversas mídias, Final Fantasy é apenas um exemplo, existem outros tais como Phansaty Star, A saga Tales of Phantasia, Ragnarok, Rising Force online, Mad Max, Fallout, e até mesmo He-Man!
Então, com tantas franquias famosas porque o Estilo de RPG tecnofantasy nunca se difundiu tanto? A resposta pode ser a falta de um sistema de regras que possa comportar todas as características dos diferentes estilos de tecnofantasy, desde mundos altamente enriquecidos com tecnologia a mundos pós-apocalípticos.
Temos é claro sistemas genéricos, talvez genéricos demais, não são ruins, pelo contrario, são muito bons, mas não conseguem extrair o melhor do estilo tecnofantasy, e o Projeto FANTASY RPG, busca criar um sistema de regras que auxilie os jogadores e mestres, alem de ambientações, adaptações e uma série de outros recursos que somente a tecno fantasia proporciona!
Mas para que isso possa ocorrer bem, o projeto necessita de pessoas interessadas em ajudar, seja com artigos, auxiliando nas regras, escrevendo material, ilustrando, ou apenas acompanhando o progresso do projeto, para que um dia ele dê frutos!
"As rédeas da historia, de volta nas mãos do homem"
Cid - FFXII
Depois do lendário Harry Houdini que tinha o poder de escapar de qualquer prisão, depois de David Blaine levitar, depois do glorioso David Copperfield esconder a estátua da liberdade no bolso chega a vez de um novo grande mágico brilhar. Para sua apreciação senhoras e senhores conheçam o poderoso: Daniel Chesterfield
Aqui aprenderemos como instalar um sistema operacional e roda-lo dentro do Windows com uma Máquina Virtual. Tal método pode ser interessante quando queremos testar um SO ou mesmo usa-lo sem ter que particionar e formatar o HD. Esse artifício é útil também quando queremos migrar para o Linux, a exemplo, ou estuda-lo, sem desinstalar o Windows/usar multiboot, evitando ter que alterna-los dando reset. Lendo o conteúdo dessa matéria você será capaz de usar vários sistema operacionais dentro de janelas como se cada um fosse um simples programa.
Como funciona a Máquina Virtual
Via software pode-se emular de tudo, video-games, computadores antigos, celulares e etc.. Chama-se máquina virtual a emulação de um PC dentro de um PC. Na emulação normalmente existe uma enorme perda de desempenho, já que é preciso converter todas as instruções do sistema emulado para o padrão do computador. Nós usaremos o VMWare (existem outras opções) que no caso converte o mínimo de instruções possíveis. Na maior parte do tempo ele apenas repassa os comando do sistema emulado para o sistema principal. Atingindo desse modo em torno 60 a 90% da velocidade que teria se estivesse correndo de forma direta.
O VMWare Player cria um HD virtual, que é apenas um arquivo no HD real. É possível particiona-lo, formata-lo e instalar um ou mais SO, sendo que no HD principal nada é alterado. Tudo funciona exatamente como se fosse em um PC de verdade. De fato ele possui até mesmo uma BIOS que pode ser usada para alterar a seqüencia de boot e outras coisas mais.
Instalando e usando o VMWare Player
Apesar de ser um software pago sua versão gratuita tem apenas uma limitação, a de não se poder criar as máquinas virtuais, mas as mesmas podem ser baixadas. Primeiro faça o download do programa em sua verão “for windows” e o instale. É preciso fazer um pequeno cadastro para descarregar e sua instalação é muito simples.
Pegue a máquina virtual linux-vm já configurada clicando no link. Uma dica é que obtendo o VMWare Workstation, que é versão de trial de 30 dias, você pode criar as máquinas e usa-las na versão free. Através do site easyvmx também é possível faze-las.
Com o VMPlayer instalado, descompacte o linux-vm em uma pasta de sua preferencia. Nele existem incialmente quatro arquivos: cd.iso (imagem do cd), c.vmdk (HD), linux.nvram (BIOS) e linux.vmx (arquivo de configuração).
Abra o VMPLayer, clique em open e procure pelo aquivo linux.vmx, lá onde você descompactou o linux-vm. A tela seguinte aparecerá:
Erro? Não, simplesmente ainda não existe um sistema instalado. Agora advinha como se instala? Simples! Exatamente como instalaria num PC de verdade, coloca-se o CD no drive e da o boot. Fechando e abrindo o programa isso não será possível pois o player grava o estado atual da máquina virtual, portanto coloque o CD de boot do sistema que você deseja instalar e dê um reset indo em VMWare Player >Troubleshoot > Reset.
Caso durante a instalação do SO escolhido seja preciso por algum motivo mudar a seqüencia de boot apenas aperte F2 durante o boot do VMPlayer, tenha em mente que é preciso que janela esteja com o foco, para foca-la apenas clique nela com o mouse ou aperte CTRL+G
Testando o VMPLayer com o SliTazLinux
É possível instalar o sistema com base em uma imagem .iso de um CD também. Para demonstrar isso usaremos o SliTaz Linux, ele é uma distribuição super leve e rápida de baixar que serve como LiveCD e também para ser usada em micros antigos, começaremos obtendo o programa.
Uma vez baixado coloque-o na pasta do linux-vm. Delete o arquivo cd.iso e renomeio a ISO do SliTaz para cd.iso. Agora basta abrir o VMPlayer e da boot pelo CD. Como se trata de um LiveCD, ou seja, um linux que roda a partir do CD, não é preciso de fato instalar nada, apenas fazer algumas configurações. Na primeira opção basta dar enter, após o load escolha a língua utilizada, que no nosso caso é o pt_BR Portuguese. Após isso selecione o seu teclado, que deve ser o br-abnt2, e por último forneça uma resolução de video.
Pronto, temos um sistema operacional linux rodando sobre o windows dentro de uma máquina virtual. Uma última dica é que na parte de baixo e a direita do VMPlayer tem alguns icones que configuram o HD e o CD, clicando nele você pode selecionar qual drive de CD-ROm real e ou arquivo ISO irá representar o CD-ROM virtual. Por fim caso você tenha gostado do SliTaz nessa matéria tem mais detalhes sobre ele, la explica, por exemplo, como instala-lo de fato no HD.
No primeiro dia Bill fez o DOS, viu que era bom e o abençoou. No segundo dia Bill fez o Windows 3.x, viu que era bom e o abençoou. No terceiro dia Bill fez o Windows 95, viu que era bom e o abençoou. E assim tem sido a história dos travamentos e telas azuis dos Ruindows desde os primórdios da informática.
Os primeiros processadores x86 tinham apenas um método de operação: o modo real. A partir do 80286 é implementado o modo protegido que traz vantagens sobre os anteriores tais como: suporte a multitarefa, proteção de memória e memória virtual; tudo via hardware. Entretanto por motivos de compatibilidade os novos chips legavam o jeitão dos antigos, funcionando assim nos dois modos, ficando a escolha a cargo do sistema operacional.
O DOS foi escrito sob os termos do antiquado modo real, por isso era possível rodar apenas uma tarefa nele.
O nem tão inovador Windows 3.x usava o “modo protegido”. Entre aspas, pois ele não fazia a proteção da memória, tudo é carregado numa única área. O controle e divisão das tarefas ficam totalmente a cargo dos aplicativos, se um deles cometer qualquer tipo de erro, o sistema para. Chamaram isso de multitarefa cooperativa, algo do tipo, tomara que não trave, uma simulação da multitarefa via hardware. Com o controle dos recursos a cargo dos programas era extremamente comum um invadir o espaço do outro de forma a travar o sistema. Além disso ele não era uma plataforma, era apenas um ambiente gráfico, pois precisa do DOS para ser executado.
Portanto se fazia necessário um sistema operacional totalmente novo, que não rodasse mais sob DOS e usasse corretamente o modo protegido. Um sistema assim faria uso de todo o poder e recursos dos chips modernos, gerenciando a memória e a multitarefa de forma a impedir que os programas entrassem em conflito. A Microsoft, em 1994, anunciou: nosso Windows 95 vai ser assim!
Windows 95 A Promessa
Mas não foi. O Windows 95 continuou instável como seus antecessores, melhor, mas instável. Para entender o motivo vamos frisar dois pontos. A multitarefa cooperativa (usada no modo real) é um método onde o gerenciamento dos recursos do PC ficam a cargo dos aplicativos, gerando instabilidade. Já na multitarefa preemptiva (modo protegido) o processador e o sistema operacional controlam os aplicativos evitando que eles entrem em conflito.
O Windows 95 deu um grande salto, usava o modo protegido e a multitarefa preemptiva. Isso deveria garantir a estabilidade do sistema mas dois fatores fizeram com que isso não fosse uma realidade:
Ele ainda rodava sobre o DOS, afim de manter compatibilidade com todos os softwares antigos. Quando alguma sub rotina do DOS era chamada ou quando algum programa desenvolvido originalmente para o DOS era aberto, ele passava para modo cooperativo, é ai que morava o perigo. Nesses casos o controle da memória e da CPU ficava totalmente a cargo dos programas, um invadia o espaço do outro, e assim nasceram as famosas e irritantes telas azuis.
Mesmo usando aplicativos desenvolvidos especificamente para o 95 ele ainda dava pau, pois o sistema não tem prioridade sobre os mesmos. Quando algum programa entrasse em um loop que consumisse todos os recursos do processador o Windows iria fatalmente travar, sem ter como fechar-lo, se fazia necessário resetar o computador. Desse modo considera-se que o Win95 usava uma multitarefa denominada semi-preempitiva (modo semi protegido) já que não se utiliza de todos os recursos de uma verdadeira multitarefa.
Finalmente a Solução
A linha denominada Windows 9x: Windows 1.x, Windows 2.x, Windows 3.x, Windows 95, Windows 98, Windows Millenium que é voltada para usuário doméstico tem esse problema de instabilidade. A linha NT e 2000, mais especifica para empresas, não tem esse problema. Finalmente em 2001 a linha 9x deixa de existir e é lançado o Windows XP. Um sistema baseado no NT/200 que realmente trabalha em modo protegido e usa um núcleo totalmente novo e independente do DOS, oito anos após a promessa do Windows 95 fazer isso.
Resumindo, no principio as CPUs executavam uma tarefa por vez no chamado modo real. Posteriormente foi desenvolvido o modo protegido e a multitarefa. Afim de manter compatibilidade a Microsoft “misturava” esses modos o que gerava instabilidade nos seus produtos. Apenas com o Windows XP isso deixou de ser uma realidade.
Apesar do fato de esses problemas terem criado os usuários anti microsoft, não é difícil imaginar por que eles optaram por fazer desse modo. Imagina você lançar um novo SO e dizer ao dono de uma empresa que ao compra-lo será necessário ainda trocar todos os seus outros programas. Ele vai calcular o custo e não vai gostar. Ou seja, bom ou ruim, a linha Windows e e sua metodologia de compatibilidade (instabilidade) ajudavam o til Bill Gates no que ele mais sabia fazer: VENDER! E assim tem sido a história dessa empresa, fazer softwares ruins, fáceis de usar e que vendem, vendem muito.
Criado em 1963 por Stan Lee o Homem de Ferro é o alterego de Tony Stark, um gênio da mecânica de automação. Rico e empresário de sucesso ele é dono das empresas "Stark Enterprises". Em uma ida ao Vietnã que visava melhorar o armamento americano ele aciona acidentalmente uma armadilha. Sobrevive, mas os estilhaços atingem seu coração, sendo feito prisioneiro pelos vietcongs que o obriga a criar uma arma para eles. No entanto com auxilio do professor Yin Sen, também capturado, ele cria na verdade uma armadura que o mantém vivo e lhe permite fugir do cativeiro. Sua armadura, posteriormente aprimorada com computador de navegação, emissores de pulso eletromagnéticos, sonar e uma porção de trecos se mostra muito eficaz e assim nasce mais um herói Marvel.
Em 2008 teve uma adaptação para o cinema, algumas alterações foram feitas parar tornar a coisa mais atual, nos quadrinhos nosso herói criou sua rústica armadura para escapar do Vietnã e nos cinemas para escapar do Afeganistão. Sucesso de bilheterias teve em seu elenco nomes como Robert Downey Jr. (Tony Stark / Homem de Ferro), Terrence Howard (Tenente-coronel James "Jim" Rhodes), Jeff Bridges (Obadiah Stane / Monge de Ferro) entre outros. Após apenas dez dias nos cinemas, a bilheteria total do filme foi de US$ 177 milhões (R$ 294,7 milhões), segundo a agência Reuters. Simultaneamente a SoftwareHouse Sega desenvolveu o jogo para ser lançado com o filme. Boa parte do elenco das telonas aparece na dublagem desse game que foi desenvolvido para Xbox 360, PC, PS2, PS3, PSP, DS e Wii. Como sempre acontece nesse tipo de conversões, devido a pressa e mesmo a falta de necessidade de capricho (afinal é só empacotar e por nas prateleiras que vende) o jogo desagrada e muito, sendo recomendado apenas ao fãs mais acirrados.




